Resenha: Rômulo e Júlia


Nome: Rômulo e Júlia 

Autor: Rogério Andrade Barbosa

Tipo: Romance




A resenha literária de hoje é mais uma obra que eu já tinha lido e que resolvi reler, também acredito que foi um livro que eu ganhei. Além disso, no geral é um livro simples, rápido de ler, de uma linguagem bem direta, clara e sem enrolação, também tem alguns desenhos no livro, a capa é bem estratégica, assim como o seu título e já falo disso. No mesmo, ele  também segue uma estrutura já esperada, bem diagramado, a letra é média, o que faz a leitura ser mais rápida nas páginas, já que não há muitas informações, por fim, o livro é curto, tendo apenas 61 páginas. Agora vamos as outras informações, o título nos lembra uma obra clássica e excelente, Romeu e Julieta, o qual acredito que  essa escolha não foi à toa já que o amor dos personagens quase são impedidos, também há um pano de fundo com acontecimentos pós-ditadura, políticos, luta da população por melhores condições de vida e um pequeno  " mistério ", com bagagem ainda na ditadura. Ademais, eu achei o enredo fraco, as falas são curtas, o livro no geral parece uma conversa, rápida e sem muitas informações, contextos e enredos, tudo é logo esclarecido e mostrado, a obra não anda muito, é rápida e muito comum. Mas ao mesmo tempo é boa, porém muita rápida, acredito eu  que por já amar ler romances e eles geralmente são enormes, e com diálogos gigantescos, muitas vezes, eu esperei o mesmo aqui, mas não houve. Porque é como se o livro fosse mesmo uma conversa e essa conversa chega ao fim logo, e ainda incompleta, porque a " história meio que fica aberta" porque alguns pontos não são " concluídos ", temos sim um final feliz, aliás, dois, os protagonistas ficam juntos, o mistério é resolvido, mas muita coisas desses dois pontos não são bem esclarecidos o que me chateou um pouco. Pois na minha mente essa história ficou aberta, ou talvez essa era a ideia do autor. No mais, eu gostei sim de ler, é um romance bem leve, bem comum, sem muito " auê" e de fácil compreensão, sendo assim minha nota para essa leitura é 7.0 pontos, pois queria ter visto mais coisas, queria que essa obra tivesse nos passado mais, afinal, o enredo até tinha capacidade para isso, mas não foi muito longe. Sendo assim, gostei da leitura, mas não seria um livro que hoje eu compraria pra ler. 





* Conteúdo acima particular vinculado a minha opinião sobre a leitura e não uma ideia concreta do produto em si  *


Com carinho,


Escritora: Kamilla Nogueira



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Resenha: O Fantasma no Porão

 

Nome: O Fantasma no Porão 

Autor: Coletânea (Martins Fontes/ Elias José)

Tipo: Novela




A resenha literária de hoje ainda segue o meu momento de ler ou reler todos os meus livros da estante e esse eu não me recordo como veio parar em minhas mãos, mas  com certeza eu ganhei. Agora vamos as informações necessárias para quem pensa em ler essa obra, primeiro, é uma edição infantil, logo, tenho certeza que vocês não irão  achar em qualquer livraria, segundo, no geral é uma obra simples, de leitura bem simples, direta e sem nada de " rodeios", tem alguns desenhos e a estrutura dele em si é normal e simples. Ou seja, nada muito " caprichado ", até porque o seu nível é para crianças, acredito que por isso não tenha muitas informações. No mais, é uma obra intitulada " novela", rápida e direta, tem um curto mistério e a obra segue até o final " segurada por esse mistério ", e sendo bem sincera eu achei o mesmo fraco. Até porque os diálogos são curtos e a impressão que eu tive é que a obra não tinha histórico, eram pensamentos rápidos, ideias não muito aprimoradas, enfim, me decepcionei aqui um pouco, pois adoro ler obras que saibam " escolher um bom enredo e segurar o mesmo até o final". Por fim, dá sim pra se divertir com alguns momentos e a obra termina meio que " sem desfecho ", mas se você ler com atenção com certeza você descobre. Porque tudo gira em torno de um " fantasma no porão ", a família, os vizinhos, e todos os participantes dessa história se entrelaçam nesse pacote divertido e leve. Logo, eu indico pra quem tem filhos em casa, com certeza será uma ótima opção pelo enredo e pela proposta da obra. Mas no geral, não seria uma obra que eu compraria, e pelas razões que já citei minha nota para essa leitura é 6.0 pontos.




* Conteúdo acima particular vinculado a minha opinião sobre a leitura e não uma ideia concreta do produto em si  *

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#TAG: Nostalgia ( Séries de TV)

 Olá, amados!



A #TAG de hoje é mais do que especial, é nostálgica e eu tenho certeza que quem for dessa época sabe que fomos muito privilegiados por boas artes. Além disso, até hoje eu tenho um momento especial dedicado apenas para as minhas ótimas e nostálgicas memórias da minha infância. Sendo assim, se você for dessa época além de marcar faz como eu, pensa nos bons momentos que você viveu em meio a eles, as risadas, os momentos de família assistindo, enfim, não apenas marque, mas se recorde das histórias que viveu em meio a essas ótimas séries. Pois tenho certeza que os bons momentos serão ainda mais incríveis se você olhar por essa ótica. 


*A numeração segue a ordem da sequência da foto*



  1. Sim

  2. Sim

  3. Sim

  4. Sim

  5. Não 

  6. Sim

  7. Sim

  8. Não 

  9. Não 

  10. Sim

  11. Sim

  12. Não 

  13. Não 

  14. Não 

  15. Sim

  16. Não 

  17. Não 







Com carinho,


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Frase 🌹


É provável que eu venha a pecar no dia a dia, porém não é mais possível que eu venha a ficar nesse " lugar", porque hoje eu já entendo a necessidade de aumentar a " alimentação do meu espírito". 





Com carinho,


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26 coisas que eu aprendi em 2023





  1. Tomar uma decisão certa muitas vezes nos entristece, mas não devemos desistir disso pela emoção do momento. 



  1. Dizer não para pessoas " da nossa família", pela nossa saúde mental não é um ato egoísta e sim de amor à vida. 


  1. Não ajude quem não quer ser ajudado, porque infelizmente algumas pessoas não irão amadurecer com o tempo. Então, a " sua melhor ajuda aqui é ir embora". 


  1. Ninguém pode te deduzir por atos e ações, pois sua personalidade e atitudes são reflexos do seu carácter e isso não é definido pelos outros. 


  1. As pessoas sempre vão te cobrar algo, mas não é a elas que devemos nossos sonhos e objetivos e sim a nós mesmo. Por isso, ignore as cobranças de quem não acrescenta em nada. 


  1. Os nossos sonhos não têm datas fixas e está tudo bem nós recomeçarmos  quantas vezes forem precisas. 


  1. Cuidar da nossa saúde física não é sobre estética e sim  sobre saúde mesmo e uma essencial.



  1. Alguns sonhos não irão mais se encaixar em nós e está tudo bem, afinal, é sinal que estamos  evoluindo e  algumas coisas já não nos vestem mais. 



  1. A procrastinação ataca além dos nossos sonhos, ela ataca a nossa alma e espírito e uma vida vazia desse nível não sai nem da primeira linha.


  1. Preferir sempre estar com a sua própria companhia não é ser individualista e sim entender que a vida não é sobre quantidades e sim boas qualidades. 


  1. Ter uma ou várias inspirações é uma jornada delicada, até porque somos humanos  e constantemente erramos, mas saber entender isso dentro de nossas escolhas é um  ato humano e de amor.



  1. Lidar com a morte e o luto não é um livro que tem começo, meio e fim, é difícil e vai doer sempre, porque é impossível ressignificar a saudade e está tudo bem eu sentir tudo que sinto. E aprender a entender minhas emoções nesse ciclo é também me amar e me cuidar mais ainda. 



  1. O interno influencia o externo e tudo no final anda semelhante ou igual.



  1. Assumir os meus erros não é um ato feio e sim bonito, pois é apenas vendo onde preciso mudar que posso melhorar. 


  1. Não ter tudo que o " mundo diz ser tudo ", não me diminuiu e nem nada. Até porque às coisas do " mundo", são tão superficiais que o certo é acreditar nas minhas essências e trabalhar por elas.


  1. Ter dias ruins e me culpar por eles não vai fazer eles serem menores , aceitar a tempestade e entender ela me faz mais forte na dor.


  1. Não conte os seus sonhos pra ninguém e isso não é sobre superstição é apenas deixar com você o que apenas pertence a você.



  1. Não vale a pena seguir a boiada, vai por mim.



  1. Ficar em silêncio já é uma resposta, às vezes o melhor é o silêncio mesmo.


  1. A perfeição não existe e acreditar nisso é uma ilusão. 


  1. Jesus continua sendo o amor da minha vida.


  1. Envelhecer não é algo ruim, e isso só faz  sentindo  se você realmente viver.


  1. O passado não pode atrapalhar o meu futuro e o meu futuro não pode ser o centro da minha jornada. O foco é o presente, o presente!


  1. O meu sorriso é parte da minha beleza e eu ando escondendo ele, porque ele anda imperfeito, mas que eu aprenda que certos descuidos geram problemas sérios. 


  1. Eu continuo tendo medo das mudanças, mas com o pé no chão sempre.


  1. Cada fase me trouxe algo e eu jamais iria eliminar algumas dessas 25, pois foram elas que fizeram o 26 ser mais evoluído.











Com carinho,


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Eu saí do piloto automático




Ontem eu fiz algo que há mais ou menos oito meses não fazia que era voltar a produzir conteúdos em uma plataforma em específico. Além disso, confesso que foi um misto de sensações, boas e ruins, sim, sim, uma porque eu me lembrei que no mês que eu tinha resolvido " começar o projeto ", era um mês tão delicado, tão profundo pra mim, mas mesmo assim eu tinha tomado essa decisão. Logo, não foi isso que me " parou", na verdade eu estava com muita coragem e ousadia, mesmo em meio a minha recuperação  de algo tão forte. Porque pode não parecer mais eu sou bem coração, não consigo fazer algo apenas por fazer, não sou movida por likes e afins, sei sim que isso é algo bom, mas não é isso o meu combustível. Ademais, preciso estar bem mentalmente, no mínimo possível, para conseguir seguir as minhas atividades, está bem com a minha saúde espiritual também é outra soma nesse pacote. E tudo não estava tão bem resolvido assim, então, às vezes parar e se reajustar não é perda de tempo e sim adicionar combustível. Logo, não tem como viver sem saber que está vivendo, pelo menos é assim que eu vejo. Sendo assim, houve também um misto de coisas boas em mim, o recomeço, a esperança de usar novas artes e colocar também em prática a minha nova versão. Veio um turbilhão de coisas ao meu coração, confesso que ainda estou digerindo tudo isso, mas com fé e esperança de apenas deixar viver o que precisa ser, de mim. Por fim, está nesse processo de viver, viver de verdade e com coragem pra entender a gente mesmo é bom, muito bom,  pois é aqui que olhamos para a  nossa zona de conforto, nossos medos, para as críticas que ouvimos de nós, dos outros, com outras lentes, de um outro ponto de vista, e mais, daqui nem é doce e nem amargo, é só a vida nos convidando para viver e eu embarquei nessa rota de me conhecer cada vez mais e mais a ponto de não me perder de mim mesmo mais por causa dos outros. Porque os meus sonhos merecem ser vividos e vistos, principalmente em meus olhos, reais e vivos, principalmente em mim. Porque estou em uma fase nova, a fase de viver profundamente a minha real jornada humana com ousadia, mas também com muita paciência pra me ouvir, pra me cuidar e pra me amar sempre, profundamente e inteiramente. 


Sai do piloto automático e vai viver a vida de verdade! 






Com carinho,


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Aprendendo a Ressignificar



Você consegue ressignificar tudo? Ou melhor será mesmo que temos como chegar a esse nível?




2023, um ano que mais uma vez me deu aquela sacudida, e convenhamos é tão bom quando somos honestos com nós mesmo a ponto de reconhecermos que precisávamos dos ventos e das fortes marés vindas de repente e de várias direções, nos abraçando com os seus dilemas e nos mostrando com os seus porquês como a vida ainda é vivida em dias de turbulências. Ele ainda contribuiu me tirando da minha zona de conforto, mostrando que viver é ter sempre ao virar as esquinas da vida uma nova fase nos esperando para os fortes ou para os fracos, esses adjetivos são só nomes, porque apenas nós sabemos o que realmente somos e é vivendo que vamos renomeando os nossos próprios passos.Também me desafiou a viver de verdade, a ver a vida sem cortes, sem terceiros, a ser honesta com a minha jornada, a ser sincera com a minha realidade, me fez se arriscar em caminhos desconhecidos e fora da minha rota eu topei com coisas que eu achei estar bem resolvida, mas não estava tanto assim e tive que ter peito pra segurar firme o que batia de frente comigo. A coragem? Bom, ela estava lá, mas viver pede mais do que coragem, pede honestidade, principalmente aos meus princípios e objetivos, e não posso ser um personagem quando a minha vida pede um protagonista de carne e osso no jogo. Além do mais, também sentir medo, e isso não é fraqueza, me sentir pequeno e isso não foi indiferença, me sentir sem valor e isso não foi comparação, me sentir menosprezado e isso não foi ser humilhado, me sentir frustrado e isso não foi porque eu estava buscando perfeição, isso é só a vida, é só a vida nos ensinando a viver e a provar de gostos amargos nos moldando a não abrir mão dos nossos próprios passos em busca de caminhos perfeitos, sem erros, sem dores, sem tombos feios. Porque a vida é literalmente uma escola e sentir gostos amargos como esses também nos mostram como é bom ter a certeza dos nossos passos ( ou seja das nossas escolhas certas, mas essas também estão na mesa de questionamentos, afinal, é moldável essa realidade de certo ou errado). Até porque  isso não elimina as aflições, mas nos ajuda a caminhar melhor nesses espinhos, e é aqui que eu venho aprendendo a entender esse X todo, ou seja, a   ressignificar as coisas, justamente as que batem e machucam, as que vem sem datas de vencimento, as que vêm de lugares que nem sabemos onde se localizam no mapa, as que vêm fortes como pedras e nos deixam como cacos pela sala, as que vem com cara de passatempo e fazem morada, as que vem de quem não esperávamos e as que não temos como definir em nomes de tão genéricas que são ou melhor pesadas de carregar nos braços. No mais, esses rascunhos de busca não são caminhos retos, não são verdades absolutas, são apenas as minhas bagagens que conseguir colocar nomes, são apenas as minhas histórias que na busca por partes nas minhas memórias precisam serem mais claras para me entrelaçarem nessa jornada. A da vida, a minha consigo próprio, e está nesse processo de aceitar ressignificar até mesmo o que não achamos razões dói e é desconfortável, mas percebo que viver assim faz a vida ser leve ao mesmo tempo que é paradoxal entender tantas cifras. Além disso, daqui eu vejo a dor e ainda caso uma cor pra isso, daqui eu vejo o luto e ainda procuro um significado concreto e sincero pra isso, daqui eu vejo a saudade e busco nas minhas lágrimas e soluços uma palavra que defina o que não se pode ter nome fixo. Porque ressignificar é uma história que sempre tem mais histórias, não é um processo com pontos finais e sim com várias vírgulas, mas para quem se permitir correr os riscos, os riscos de se viver reaprendendo a se viver.  Logo, eu estou aqui nesse mapa cheia de pontos soltos prontos honestamente para embarcarem nesse campo e ganharem uma nova vestimenta, não como marca de fraqueza, mas de força. Porque para ressignificar precisa ter coragem, coragem de aceitar outras cores para o que um dia nos seus olhos ganhou outros sabores, estou aqui me permitindo aprender por inteiro esse novo recomeço  e se há um final nesse jogo eu não sei, pois ainda estou nos níveis básicos, mas por mais fundo e desconfortável que seja estar nessa vulnerabilidade toda, eu escolho permanecer e aprender com os novos significados e a ver ainda mais beleza na dádiva de se viver e de se reinventar quantas vezes forem necessárias neste jogo, o da vida com a gente mesmo. Porque ressignificar não é apenas trocar os nomes das coisas, mas é um processo cheio de partes que cada vez mais se reparte, mas que em cada traço que faz na gente e fora da gente  deixa seu sentido e significado, mas isso é para os dispostos a se arriscarem pelo risco de viver de verdade, pois a vida pede alto por isso mesmo que seja em ondas baixas. E assim eu vejo que ressignificar não é opção e sim necessidade e eu me arrisco nos riscos desconhecidos sem cor pra  se permitir viver reaprendendo a se viver. 





Com carinho,


Escritora: Kamilla Nogueira



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